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Sumário
1. Escatologia: Céu, inferno e purgatório
2. U m novo céu e uma nova terra
3. Descobrir o sentido da vida: o desafio.
4. O Mundo assim como Deus o quer.
5. Inferno e um Deus que ama.
6. A Ciência que descobriu a morte
7. Será que haverá vida depois da vida
8. Reencarnamos ou ressuscitamos?
9. Um purgatório que não é fornalha
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Sumário
1. Escatologia: Céu, inferno e purgatório
2. U m novo céu e uma nova terra
3. Descobrir o sentido da vida: o desafio.
4. O Mundo assim como Deus o quer.
5. Inferno e um Deus que ama.
6. A Ciência que descobriu a morte
7. Será que haverá vida depois da vida
Convite Especial!!!
Área Poços celebra a implantação do Ramo Nossa Senhora do Carmo na cidade de Campestre!
Veja mais notícias e fotos no link Missas da Pastoral!




Maria e
José de Nazaré
Data: 25 de dezembro
Local: Seu Coração
de graças para o ano todo, podendo sacar, diariamente, sem limite de horário, a soma de bênçãos de que necessitarem.
Favor confirmar sua presença através de oração e da imitação dos meus atos.
Agradeço por todo o esforço que você fará
Abraços e Bênçãos de
Jesus de Nazaré
Notícia de 1ª mão
É com muita alegria que anuncio a todos:
A nossa Coordenadora Nacional - Irmã Vera Lúcia estará conosco em nosso 4º ANO DE ESPIRITUALIDADE, no dia 26 de agosto de 2012.
Vamos nos preparar para essa grande conquista!!!
Abraços a todos!!!
COROA DO ADVENTO

A Coroa de Advento tem a sua origem em uma tradição pagã europeia. No inverno, se acendiam algumas velas que representavam ao "fogo do deus sol" com a esperança de que a sua luz e o seu calor voltasse. Os primeiros missionários aproveitaram esta tradição para evangelizar as pessoas. Partiam de seus próprios costumes para ensinar-lhes a fé. Assim, a coroa está formada por uma grande quantidade de símbolos: A forma circular: O círculo não tem princípio, nem fim. É sinal do amor de Deus que é eterno, sem princípio e nem fim, e também do nosso amor a Deus e ao próximo que nunca se deve terminar. Além disso, o círculo dá uma ideia de "elo", de união entre Deus e as pessoas, como uma grande "Aliança".
As ramas verdes: Verde é a cor da esperança e da vida. Deus quer que esperemos a sua graça, o seu perdão misericordioso e a glória da vida eterna no final de nossa vida. Bênçãos que nos foram derramadas pelo Senhor Jesus, em sua primeira vinda entre nós, e que agora, com esperança renovada, aguardamos a sua consumação, na sua segunda e definitiva volta.
As quatro velas: As quatro velas da coroa simbolizam, cada uma delas, uma das quatro semanas do Advento. No início, vemos a coroa sem luz e sem brilho. Nos recorda a experiência de escuridão do pecado. A medida em que se vai aproximando o natal, vamos ao passo das semanas do Advento, acendendo uma a uma as quatro velas representando assim a chegada, em meio de nós, do Senhor Jesus, luz do mundo, quem dissipa toda escuridão, trazendo aos nossos corações a reconciliação tão esperada.
Dia Mundial de Oração e Ação pela Criança será comemorado na semana de 13 a 20 de novembro
Iniciativa da Rede Mundial de Religiões para a Infância (GNRC), o Dia Mundial de Oração e Ação pela Criança será comemorado na semana de 13 a 20 de novembro em cerca de 40 mil comunidades acompanhadas pela Pastoral da Criança em todo o país. Com o tema “reduzir a violência e construir a paz”, em diversas cidades – em parceria com o Comitê Gestor da GNRC – também serão realizados eventos inter-religiosos. “Vamos unir as diferentes tradições religiosas para reafirmar, em orações, nosso compromisso com a proteção e respeito aos direitos da criança”, destaca a coordenadora nacional da Pastoral da Criança, irmã Vera Lúcia Altoé.
A Pastoral da Criança mobilizou sua rede de 230 mil voluntários para celebrar a data com diversas ações na semana que se inicia em 13 de novembro. Os momentos de visitas e encontros com a comunidade devem dar oportunidade à reflexão sobre o tema da “construção da paz”. E unir o Dia de Oração e Ação à proposta de combate à violência com as atividades de Brinquedos e Brincadeiras – ação já desenvolvida nas comunidades. A “Oração pela Criança” divulgada nos vários meios de comunicação da entidade será repetida em todos os eventos, encontros ou lares visitados.
Já estão confirmados eventos inter-religiosos nas cidades de Brasília, Curitiba, Porto Alegre e São Paulo. Outras cidades também estão finalizando a programação. Em Curitiba, o Dia Mundial de Oração e Ação pela Criança vai reunir, no dia 19 de novembro, cerca de 500 crianças convidadas por diferentes denominações religiosas e outras entidades. Participam representantes das tradições cristã, muçulmana, bahá'i, hare krishna e entidades como Apae e Amorc. Igualmente, no dia 19, acontecem celebrações em São Paulo e Brasília. O Vicariato de Porto Alegre vai comemorar a data na tarde do dia 18. Em todas as cidades a programação inclui momentos de integração inter-religiosa, orações e atividades para crianças com oficinas de brinquedos, música, teatro, mágica e outras brincadeiras infantis.
O Dia Mundial de Oração e Ação pela Criança (20 de novembro) foi instituído durante o III Fórum da Rede Global de Religiões para a Infância (GNRC), realizado em Hiroshima, em maio de 2008. A proposta é direcionar, neste dia, orações e ações para a proteção dos direitos e a promoção do bem-estar das crianças. O dia 20 de novembro foi escolhido por ser o Dia Internacional da Infância, data em que foi proclamada a Convenção sobre os Direitos da Criança pela Organização das Nações Unidas (ONU).
No Brasil, o Dia Mundial de Oração e Ação pela Criança da região da América Latina e do Caribe foi lançado oficialmente em 17 de novembro de 2009, em evento que reuniu no Senado Federal lideranças políticas, religiosas e de organizações internacionais. A fundadora da Pastoral da Criança, Dra. Zilda Arns Neumann, sintetizou na abertura daquele evento a proposta do Dia da Oração e Ação pela Criança: “Nós queremos congregar as diferentes religiões num apelo global para que a criança seja respeitada, protegida, estimulada e amada”.Mais informações sobre a celebração do Dia Mundial da Oração e Ação pela Criança no site www.pastoraldacrianca.org.br
Jorn. Shirley Galupo
Assessoria de Comunicação
Coordenação Nacional da Pastoral da Criança
O Tempo do Advento
Introdução
A palavra "advento" quer dizer "que está para vir". O tempo do Advento é para toda a Igreja, momento de forte mergulho na liturgia e na mística cristã. É tempo de espera e esperança, de estarmos atentos e vigilantes, preparando-nos alegremente para a vinda do Senhor, como uma noiva que se enfeita, se prepara para a chegada de seu noivo, seu amado.
O Advento começa às vésperas do Domingo mais próximo do dia 30 de Novembro e vai até as primeiras vésperas do Natal de Jesus contando quatro domingos.
Esse Tempo possui duas características: As duas últimas semanas, dos dias 17 a 24 de dezembro, visam em especial, a preparação para a celebração do Natal, a primeira vinda de Jesus entre nós. Nas duas primeiras semanas, a nossa expectativa se volta para a segunda vinda definitiva e gloriosa de Jesus Cristo, Salvador e Senhor da história, no final dos tempos. Por isto, o Tempo do Advento é um tempo de piedosa e alegre expectativa.
Origem
Há relatos de que o Advento começou a ser vivido entre os séculos IV e VII em vários lugares do mundo, como preparação para a festa do Natal. No final do século IV na Gália (atual França) e na Espanha tinha caráter ascético com jejum abstinência e duração de 6 semanas como na Quaresma (quaresma de S. Martinho). Este caráter ascético para a preparação do Natal se devia à preparação dos catecúmenos para o batismo na festa da Epifania. Somente no final do século VII, em Roma, é acrescentado o aspecto escatológico do Advento, recordando a segunda vinda do Senhor e passou a ser celebrado durante 5 domingos.Só após a reforma litúrgica é que o Advento passou a ser celebrado nos seus dois aspectos: a vinda definitiva do Senhor e a preparação para o Natal, mantendo a tradição das 4 semanas. A Igreja entendeu que não podia celebrar a liturgia, sem levar em consideração a sua essencial dimensão escatológica.
Teologia do Advento
O Advento recorda a dimensão histórica da salvação, evidencia a dimensão escatológica do mistério cristão e nos insere no caráter missionário da vinda de Cristo. Ao serem aprofundados os textos litúrgicos desse tempo, constata-se na história da humanidade o mistério da vinda do Senhor. Jesus que de fato se encarna e se torna presença salvífica na história, confirmando a promessa e a aliança feita ao povo de Israel. Deus que, ao se fazer carne, plenifica o tempo (Gl 4,4) e torna próximo o Reino (Mc 1,15) . O Advento recorda também o Deus da revelação, Aquele que é, que era e que vem (Ap 1, 4-8), que está sempre realizando a salvação mas cuja consumação se cumprirá no "dia do Senhor", no final dos tempos. O caráter missionário do Advento se manifesta na Igreja pelo anúncio do Reino e a sua acolhida pelo coração do homem até a manifestação gloriosa de Cristo. As figuras de João Batista e Maria são exemplos concretos da missionariedade de cada cristão, quer preparando o caminho do Senhor, quer levando o Cristo ao irmão para o santificar. Não se pode esquecer que toda a humanidade e a criação vivem em clima de advento, de ansiosa espera da manifestação cada vez mais visível do Reino de Deus.A celebração do Advento é, portanto, um meio precioso e indispensável para nos ensinar sobre o mistério da salvação e assim termos a Jesus como referencia e fundamento, dispondo-nos a "perder" a vida em favor do anúncio e instalação do Reino.
Espiritualidade do advento
A liturgia do Advento nos impulsiona a reviver alguns dos valores essenciais cristãos, como a alegria expectante e vigilante, a esperança, a pobreza, a conversão.Deus é fiel a suas promessas: o Salvador virá; daí a alegre expectativa, que deve nesse tempo, não só ser lembrada, mas vivida, pois aquilo que se espera acontecerá com certeza. Portanto, não se está diante de algo irreal, fictício, passado, mas diante de uma realidade concreta e atual. A esperança da Igreja é a esperança de Israel já realizada em Cristo mas que só se consumará definitivamente na parusia do Senhor. Por isso, o brado da Igreja característico nesse tempo é "Marana tha"! Vem Senhor Jesus!
O tempo do Advento é tempo de esperança porque Cristo é a nossa esperança (I Tm 1, 1); esperança na renovação de todas as coisas, na libertação das nossas misérias, pecados, fraquezas, na vida eterna, esperança que nos forma na paciência diante das dificuldades e tribulações da vida, diante das perseguições, etc.
O Advento também é tempo propício à conversão. Sem um retorno de todo o ser a Cristo não há como viver a alegria e a esperança na expectativa da Sua vinda. É necessário que "preparemos o caminho do Senhor" nas nossas próprias vidas, "lutando até o sangue" contra o pecado, através de uma maior disposição para a oração e mergulho na Palavra.
No Advento, precisamos nos questionar e aprofundar a vivência da pobreza. Não pobreza econômica, mas principalmente aquela que leva a confiar, se abandonar e depender inteiramente de Deus (e não dos bens terrenos), que tem n'Ele a única riqueza, a única esperança e que conduz à verdadeira humildade, mansidão e posse do Reino.
As Figuras do Advento:
ISAIAS
É o profeta que, durante os tempos difíceis do exílio do povo eleito, levava a consolação e a esperança. Na segunda parte do seu livro, dos capítulos 40 - 55 (Livro da Consolação), anuncia a libertação, fala de um novo e glorioso êxodo e da criação de uma nova Jerusalém, reanimando assim, os exilados.
As principais passagens deste livro são proclamadas durante o tempo do Advento num anúncio perene de esperança para os homens de todos os tempos.
JOÃO BATISTA
É o último dos profetas e segundo o próprio Jesus, "mais que um profeta", "o maior entre os que nasceram de mulher", o mensageiro que veio diante d'Ele a fim de lhe preparar o caminho, anunciando a sua vinda (conf. Lc 7, 26 - 28), pregando aos povos a conversão, pelo conhecimento da salvação e perdão dos pecados (Lc 1, 76s).
A figura de João Batista ao ser o precursor do Senhor e aponta-lO como presença já estabelecida no meio do povo, encarna todo o espírito do Advento; por isso ele ocupa um grande espaço na liturgia desse tempo, em especial no segundo e no terceiro domingo.
João Batista é o modelo dos que são consagrados a Deus e que, no mundo de hoje, são chamados a também ser profetas e profecias do reino, vozes no deserto e caminho que sinaliza para o Senhor, permitindo, na própria vida, o crescimento de Jesus e a diminuição de si mesmo, levando, por sua vez os homens a despertar do torpor do pecado.
MARIA
Não há melhor maneira de se viver o Advento que unindo-se a Maria como mãe, grávida de Jesus, esperando o seu nascimento. Assim como Deus precisou do sim de Maria, hoje, Ele também precisa do nosso sim para poder nascer e se manifestar no mundo; assim como Maria se "preparou" para o nascimento de Jesus, a começar pele renúncia e mudança de seus planos pessoais para sua vida inteira, nós precisamos nos preparar para vivenciar o Seu nascimento em nós mesmos e no mundo, também numa disposição de "Faça-se em mim segundo a sua Palavra" (Lc 1, 38), permitindo uma conversão do nosso modo de pensar, da nossa mentalidade, do nosso modo de viver, agir etc.
Em Maria encontramos se realizando, a expectativa messiânica de todo o Antigo Testamento.
JOSÉ
Nos textos bíblicos do Advento, se destaca José, esposo de Maria, o homem justo e humilde que aceita a missão de ser o pai adotivo de Jesus. Ao ser da descendência de Davi e pai legal de Jesus, José tem um lugar especial na encarnação, permitindo que se cumpra em Jesus o título messiânico de "Filho de Davi".
José é justo por causa de sua fé, modelo de fé dos que querem entrar em diálogo e comunhão com Deus.
A Celebração do Advento
O Advento deve ser celebrado com sobriedade e com discreta alegria. Não se canta o Glória, para que na festa do Natal, nos unamos aos anjos e entoemos este hino como algo novo, dando glória a Deus pela salvação que realiza no meio de nós. Pelo mesmo motivo, o diretório litúrgico da CNBB orienta que flores e instrumentos sejam usados com moderação, para que não seja antecipada a plena alegria do Natal de Jesus.As vestes litúrgicas (casula, estola etc) são de cor roxa, bem como o pano que recobre o ambão, como sinal de conversão em preparação para a festa do Natal com exceção do terceiro domingo do Advento, Domingo da Alegria ou Domingo Gaudete, cuja cor tradicionalmente usada é a rósea, em substituição ao roxo, para revelar a alegria da vinda do libertador que está bem próxima e se refere a segunda leitura que diz: Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito, alegrai-vos, pois o Senhor está perto.(Fl 4, 4).
Vários símbolos do Advento nos ajudam a mergulhar no mistério da encarnação e a vivenciar melhor este tempo. Entre eles há a coroa ou grinalda do Advento. Ela é feita de galhos sempre verdes entrelaçados, formando um círculo, no qual são colocadas 4 grandes velas representando as 4 semanas do Advento. A coroa pode ser pendurada no prebistério, colocada no canto do altar ou em qualquer outro lugar visível. A cada domingo uma vela é acesa; no 1° domingo uma, no segundo duas e assim por diante até serem acesas as 4 velas no 4° domingo. A luz nascente indica a proximidade do Natal, quando Cristo salvador e luz do mundo brilhará para toda a humanidade, e representa também, nossa fé e nossa alegria pelo Deus que vem. O círculo sem começo e sem fim simboliza a eternidade; os ramos sempre verdes são sinais de esperança e da vida nova que Cristo trará e que não passa. A fita vermelha que enfeita a coroa representa o amor de Deus que nos envolve e a manifestação do nosso amor que espera ansioso o nascimento do Filho de Deus. A cor roxa das velas nos convida a purificar nossos corações em preparação para acolher o Cristo que vem. A vela de cor rosa, nos chama a alegria, pois o Senhor está próximo. Os detalhes dourados prefiguram a glória do Reino que virá.
Podemos também, em nossas casas, com as nossas famílias, mergulhar no espírito do Advento celebrando-o com a ajuda da coroa do Advento que pode ser colocada ao lado da mesa de refeição.
Calendário Litúrgico
O ano litúrgico começa no quarto domingo do Advento e termina na Festa do Cristo Rei do Universo. Podemos destacar dois grandes momentos litúrgicos durante esse período: Ciclo do Natal e Ciclo da Páscoa, entremeados por outro ciclo chamado tempo comum, que se divide em duas partes. Não é chamado comum no sentido de não ter nada a oferecer mas porque representa o dia-a-dia da vida, o tempo de espera e de reflexão, tempo de pensar e agir. É o nosso “feijão com arroz” gostoso de todo dia. O ciclo do Natal é dividido em dois períodos chamados Tempo do Advento e Tempo do Natal.
O Tempo do Advento pode começar entre os dias 20 de novembro e 03 de dezembro, conforme a data da Páscoa. Começa no quarto domingo do Advento e termina na primeira véspera do dia 24 de dezembro
Espiritualidade: purificação da vida
Ensinamento: humildade e autenticidade.
Atitude: Mudança de vida
Cor: roxa – representa a penitência, não é no sentido do sofrimento, mas da espera de algo grandioso que virá. No terceiro domingo pode-se usar o rosa, a critério do celebrante (opcional). Significa já um sinal de alegria que desponta em meio à grande espera.
Tempo do Natal - começa no dia 25 de dezembro e termina na Festa do Batismo do Senhor.
Espiritualidade: Alegria e humildade
Ensinamento: O Filho de Deus se fez homem
Atitude: Fé e gratidão ao Salvador
Cor: branca. Representa alegria e festa
No ciclo do Natal ainda celebramos as festas da Sagrada família e Epifânia (manifestação de Deus). Celebramos o mistério da Encarnação.
Tempo Comum – primeira parte- Começa no dia seguinte à festa do Batismo do Senhor e termina na véspera da quarta feira de cinzas. Ensinamento: Vida de santidade pregada por Jesus
Atitude: Ouvir atentamente a Palavra de Deus.
Cor: verde – sinal da esperança cristã que anima os corações
.Diácono João Batista Barbosa Bueno
(Notário na Câmara Eclesiástica e Chanceler do Bispado de Santos)
Solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo - parte II
A celebração da Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, fecha o Ano Litúrgico onde meditamos, sobretudo no mistério de sua vida, sua pregação e o anúncio do Reino de Deus.
Durante o anúncio do Reino, Jesus nos mostra o que este significa para nós como Salvação, Revelação e Reconciliação ante a mentira mortal do pecado que existe no mundo. Jesus responde ao Pilatos quando pergunta se na verdade Ele é o Rei dos judeus: "Meu Reino não é deste mundo. Se meu Reino fosse deste mundo, meus súditos teriam combatido para que não fosse entregue aos judeus. Mas meu Reino não é daqui" (Jo 18, 36). Jesus não é o Rei de um mundo de medo, mentira e pecado, Ele é o Rei do Reino de Deus que traz e ao que nos conduz.
Cristo Rei anuncia a Verdade e essa Verdade é a luz que ilumina o caminho amoroso que Ele traçou, com sua Via Crucis, para o Reino de Deus. "Tu o dizes: eu sou rei. Para isso nasci e para isto vim ao mundo: para dar testemunho da verdade. Quem é da verdade escuta minha voz." (Jo 18, 37) Jesus nos revela sua missão reconciliadora de anunciar a verdade ante o engano do pecado. Assim como o demônio tentou Eva com enganos e mentiras para que fora desterrada, agora Deus mesmo se faz homem e devolve à humanidade a possibilidade de retornar ao Reino, quando qual cordeiro se sacrifica amorosamente na cruz.
Esta festa celebra Cristo como o Rei bondoso e singelo que como pastor guia a sua Igreja peregrina para o Reino Celestial e lhe outorga a comunhão com este Reino para que possa transformar o mundo no qual peregrina.
A possibilidade de alcançar o Reino de Deus foi estabelecida por Jesus Cristo, ao nos deixar o Espírito Santo que nos concede as graças necessárias para obter a Santidade e transformar o mundo no amor. Essa é a missão que lhe deixou Jesus à Igreja ao estabelecer seu Reino.
Pode-se pensar que somente se chegará ao Reino de Deus após passar pela morte mas a verdade é que o Reino já está instalado no mundo através da Igreja que peregrina ao Reino Celestial. Justamente com a obra de Jesus Cristo, as duas realidades da Igreja -peregrina e celestial- enlaçam-se de maneira definitiva, e assim se fortalece a peregrinação com a oração dos peregrinos e a graça que recebem por meio dos sacramentos. "Quem é da verdade escuta minha voz."(Jo 18, 37) Todos os que se encontram com o Senhor, escutam seu chamado à Santidade e empreendem esse caminho se convertem em membros do Reino de Deus.
"Por eles eu rogo; não rogo pelo mundo, mas pelos que me deste, porque são teus, e tudo o que é meu é teu e tudo o que é teu é meu, e neles sou glorificado. Já não estou no mundo; mas eles permanecem no mundo e eu volto para ti. Pai santo guarda-os em teu nome que me deste, para que sejam um como nós. Não peço que os tires do mundo, mas que os guarde do Maligno. Eles não são do mundo como eu não sou do mundo. Santifica-os na verdade; a tua palavra é verdade." (Jo 17, 9-11.15-17)
Esta é a oração que recita Jesus antes de ser entregue e manifesta seu desejo de que o Pai nos guarde e proteja. Nesta oração cheia de amor para nós, Jesus pede ao Pai para que cheguemos à vida divina pela qual se sacrificou: "Pai santo, cuida em seu nome aos que me deste, para que sejam um como nós". E pede que apesar de estar no mundo vivamos sob a luz da verdade da Palavra de Deus.
Assim Jesus Cristo é o Rei e o Pastor do Reino de Deus, que nos tirando das trevas, nos guia e cuida em nosso caminho para a comunhão plena com Deus Amor.
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